Projeto Jabuti Edu no FISL17

Durante os quatro dias do Fórum Internacional Sofware Livre 17, o Projeto Jabuti Edu esteve presente na área destinada à Mostra de Tecnologias Sociais. Foram momentos incríveis de observar olhos curiosos e mãos prontas para dar comandos… O Projeto atraiu não só os olhos brilhantes das crianças que gostam de ver o robô andando e, sem receio logo queriam comandá-lo, mas também adultos inquietos para saber um pouco mais sobre o Projeto.

Além das demonstrações feitas por jovens que participam do Projeto de Robótica Educacional Livre, também tivemos a contribuição da doutoranda Patrícia Fernanda da Silva, que apresentou a palestra: Jabuti Edu: desafios da lógica da programação com crianças de 4 e 5 anos. Por meio de uma experiência realizada com crianças da faixa etária citada, Patrícia demonstrou que é possível aliar o uso das tecnologias de maneira a contribuir para o desenvolvimento das crianças, utilizando a robótica de forma lúdica e divertida para os pequenos.

Tivemos ainda, a oficina: Robótica Educacional com Jabuti Edu, ministrada pelos integrantes da comunidade: Marcos Antonio Rufino do Egito e Enoque Calvino Melo Alves. Nesta oficina foi feita uma breve apresentação do Projeto e em seguida passou-se para a demonstração de seu funcionamento. Sendo que um dos momentos chaves da oficina foi a “Roda de Conversa” que se formou após as demonstrações, pois foi alí que os participantes puderam tirar suas dúvidas e dar sugestões. Oportunidade de integração e compartilhamento do conhecimento!

O FISL17 chegou ao fim… Foram muitos momentos de troca, interação, cooperação e aprendizado que permearam nossos dias. Dias estes que ficaram na saudade, mas que acima de tudo nos motiva a aprender mais, para que no próximo ano possamos apresentar novas experiências, trocar com nossos pares, e aprender muito com todos aqueles que assim como nós buscam compartilhar o conhecimento. Além é claro de rever os amigos e estar de espírito Livre para acolher os novos colaboradores que se sentiram instigados a conhecer o nosso Projeto. Até o FISL18!

 

Projeto Jabuti Edu presente no TcheLinux Novo Hamburgo/RS

O Projeto Jabuti Edu esteve presente durante a Mostra de Robótica Livre, no qual o Fab Lab Liberato apresentou diversos projetos. A Mostra foi realizada no dia 25 de junho de 2016, durante o Seminário de Tecnologia em Software Livre TcheLinux, na Faculdade FTEC Novo Hamburgo.

Além dos participantes do Seminário, estudantes e visitantes da Faculdade puderam conhecer o Projeto e participar de algumas demonstrações. Além da Jabuti, o módulo Exercitium chamou atenção de todos, de crianças à adultos.

 

Projeto Jabuti Edu na Latinoware 2015

O Projeto Jabuti Edu esteve presente nos dias 14 a 16/10 na 12ª Conferencia Latino-americana de Software Livre – Latinoware no Parque Tecnológico Itaipu – Foz do Iguaçu/PR, fazendo parte da programação do espaço Robótica Livre.

Seguem matérias referentes as atividades realizadas no espaço Robótica Livre

Integrando Brinquedos Pedagógicos com o JabutiEdu

Meu nome é Marcos Josife de Medeiros Baluth e, com gratidão, prazer e honra inicio minhas atividades integradas ao grupo JabutiEdu.  Aos que não puderam assistir minha palestra no FISL16 e que ainda não entenderam qual é o objetivo da integração com o “JabutiEdu”, já que produzimos brinquedos pedagógicos, jogos e desafios lógicos em madeira, vou tentar resumir o processo e os objetivos.

Venho da área da informática/matemática/física. Meus pais produziam brinquedos e tive o privilégio de ter um pai que lecionava matemática computacional.

Objeto de meu estudos “Latu Sensu”, o desenvolvimento lógico se completa e concretiza hoje agregando características tecnológicas, integrando “brinquedos de ontem” com o que há de mais inovador quando o assunto é desenvolvimento de crianças, jovens e adultos, com ou sem necessidades diferenciadas, por isso a ligação que mantemos com entidades de psicopedagogia clínica e institucional, psicologia escolar e educacional e demais envolvimentos, buscando sempre referências de como suprir as questões envolvidas na etapa pós-operacional (segundo Maria Montessori e Piaget).

Acompanhando estudos de neurocientistas em suas pesquisas sobre aspectos do desenvolvimento cerebral, que postulam que há muito mais a se descobrir sobre o cérebro humano, fonte universal do desenvolvimento viso-sensório-motor, que integra e opera as mais diversas reações bio-físico-químicas, permitindo hoje observar detalhadamente o desenvolvimento do córtex e o funcionamento das sinapses e quando e como acontecem problemas. Ainda há muito há descobrir.

Por isso, há anos venho buscando ferramentas de desenvolvimento lógico e integração às mais diversas áreas do conhecimento, por isso me mantive (e me mantenho) conectado e integrado ao meio científico, observando os rumos e avanços na tecnologia e da educação e participando de alguns projetos de extensão universitários, montando um grande quebra-cabeças chamado “Sistema Educacional Tecno-Inclusivo”, que hoje encontra-se em uma posição secundária de desenvolvimento, embora seja agente de ponta em questões de inovação, mesmo com todos os aportes de governo e instituições, que também procuram meios para melhorar sistema produtivo, e desta forma, propiciar ajustes significativos nas questões de fomento de geração de emprego e renda e, o principal, propiciar melhorias ao desenvolvimento escolar.

Mas há um ponto que muito têm-se discutido no meio e que pouco há de realidade. Utilizar brinquedos pedagógicos produzem os resultados significativos no desenvolvimento, e isto é concreto. A tecnologia hoje presente foi visualizada e apresentada em filmes de ficção científica há mais de 20 anos. E a ficção torna-se realidade e as crianças do século XXI já nascem em meio ao excesso e tecnologia e informações, e por muitas vezes, em substituição do brincar, do lúdico, do salutar ao desenvolvimento completo da criança, nos sentidos físico e mental.

Esta integração, que agora iniciada, ao “JabutiEdu” completa um ciclo de pesquisas de ferramentas de desenvolvimento que podem ser aplicadas em sala de aula para um melhor desenvolvimento de nossos alunos, levando em consideração a utilização do contra-turno e o processo inclusivo escolar atual.

Utilizando os brinquedos pedagógicos, jogos e desafios desenvolve-se habilidades viso-sensório-motoras já vislumbradas por “n” pesquisadores. Agora, agregar ao desenvolvimento processos de elaboração e construção de rotinas (conceitos básicos de programação) e que estarão fora do computador, pois o “JabutiEdu” executará a sequência de comandos conforme foi instruída ou programada por crianças a partir de 3 anos.

Utilizando o “JabutiEdu”, põe-se auxiliar as crianças a obter melhoras no desenvolvimento físico, pois elas, instruídas em sala de aula, reproduzirão seus comandos, tornando possível a observação de orientação espacial, lateralidade, coordenação motora ampla e realização de movimentos. Ao mesmo tempo, estas mesmas crianças, brincam com brinquedos pedagógicos, brincam de faz-de-conta, contam e ouvem estórias e podem ainda incorporar e transformar o “JabutiEdu” em personagem da estória.

A noção de comandos (princípio da programação), ao meu ponto e vista, pode ser apresentada a partir e quatro anos, quando elas já estão envolvidas com a questão de seriação e sequências.

Aos cinco/seis anos, a criança compreende o mundo ao redor, já possui o reconhecimento de que é parte integrante do meio e quer colaborar. Por isso, uma sugestão é utilização do “JabutiEdu” para auxiliar nas questões de Educação de Trânsito Infantil, onde elas não consideram os movimentos como comandos de um carrinho de controle remoto, mas sim, colocando-se como motoristas e pedestres, “programado” pequenas sequências de movimentos e observando os resultados..

A partir dos 7 anos, quando a criança completa o ciclo operacional, ela conseguirá compreender as noções de questões do se/então/senão e, aos 8 anos, comandos de repetição.

Nesta sequencia dos 5 aos 7 anos, normalmente as crianças estão em processo de alfabetização e reconhecimento e interpretação numérica.

Aos 9 anos, as crianças absorvem rapidamente como funciona um banco de dados (inclusão/alteração/exclusão) e aos 10 anos, as crianças que utilizam brinquedos pedagógicos e o “JabutiEdu” estarão aptas a escrever o seu primeiro programa de cadastramento de dados. E daí por diante, o desenvolvimento só tende a ampliar com elas aprendendo uma linguagem de programação direta e visual (o próprio Phyton possui ambiente estruturado para isso).

Isso tudo sendo postulado sem ainda saber quais são os aplicativos educativos (além do LOGO – que envolve o desenvolvimento de pequenos programas de movimento de uma pequena “Turtle” na tela do computador que agora sai da tela e apresenta-se como um objeto real e concreto e esta é um das funções do brinquedo pedagógico. Transformar o conhecimento abstrato em um conhecimento concreto.

E a questão dos jogos lógicos de tabuleiro? As crianças começam a elaborar estratégias de jogo aproximadamente a partir dos 5 anos. Jogos simples de movimento e bloqueio. Aos poucos incrementa-se a dificuldade, agora exigindo a habilidade do raciocínio, do pensar, passando para os jogos de alinhamento e depois para caça e captura. Estes três tipos e jogos (bloqueio, alinhamento e caça) propiciam o desenvolvimento para a iniciação em jogos estratégicos e, o mais legal disto, é que podem ser jogados por qualquer pessoa, em qualquer lugar, então, porque não integrá-los ao “JabutiEdu”, tornando o “Jabuti” um colaborador e/ou adversário de jogos? As questões envolvidas nestes três tipos de jogos, abre as possibilidades para que os jovens possam pensar e repensar sobre vários caminhos para executar uma mesma ação ou como resolver um problema, abrindo o leque de possibilidades de programação , neste sentido, alguns desafios podem estar presentes, em forma física, como os puzzles tipo encaixe as peças (tabuleiro e cubos de montagem) que possuem milhares de possibilidades de montagem.

Para a garotada a partir dos 10 ou 12 anos, pode-se ainda abrir conceitos de eletrônica básica, montagem de estruturas passo-a-passo (sequências, seriação, puzzles sequenciais, estruturas bi e tridimensionais).

E, a partir dos 15 ou 16 anos, exploração básica e intermediária dos softwares livres e seus principais conceitos, como o compartilhamento do conhecimento distribuído, construindo cidadãos responsáveis e completamente integrados ao processo tecnológico e que possuirão habilidades de desenvolvimento lógico diferenciadas, pois nesta etapa do desenvolvimento, pode-se ainda aplicar a questão dos desafios tridimensionais de desmontar/montar (visualização, análise e resolução de problemas tridimensionais), considerando a visualização de objetos reais, como as construções robóticas, permitindo desta forma, a construção e algoritmos complexos.

E, completando o processo, este aluno entra na universidade e produz conhecimento científico compartilhado e distribuído. E assim caminha a Educação, construindo, desconstruindo e se auto-reconstruindo…

Na matemática, é possível evoluir o “JabutiEdu” desde o estudo da construção das formas gométricas (utilizando o “JabutiEdu” para rabiscar um espaço definido) e avançando para o estudo da Geometria Analítica e, porque não, da Trigonometria, e consolidá-lo para o estudo dos Movimentos Uniformes na Física e ampliar ainda o leque para as questões mecânica (estudo dos movimentos uniformes constantes, retilíneos, curvos, subidas e descidas, sem levar em consideração o atrito, pois é movimentado por motores de força constante comandada pelo usuário (pode-se pensar em velocidade variada, para o estudo da aceleração???)), eletrônica (placas, circuitos, chips, baterias, etc…), integrações tecnológicas de conectividade e almejando um futuro não muito distante, a construção de hologramas (e por que não?)….

Há toda uma infinidade de aplicações do “JabutiEdu” em sala de aula que quase esqueço de colocar as questões de psicopedagogia clínica e institucional e, neste quesito, há questões preponderantes de dificuldades de aprendizagem, dificuldades de comunicação. É um foco a ser desenvolvido como estudo digno de Tese Universitária. A utilização do “JabutiEdu” como ferramenta de aproximação e desenvolvimento de habilidades em autistas e o desenvolvimento e pessoas com atraso mental e tantos outros temas a serem discutidos com os profissionais da área específica de desenvolvimento.

Logo colocarei um post sobre os programas educativos que já estão integrados ao ambiente “JabutiEdu” em sua distribuição GNU/Linux.

“JabutiEdu”… mais que um brinquedo, mais que um robô… é uma ferramenta de desenvolvimento educacional completa… que conecta, integra e desenvolve!!!.

Antes Tarde do Que Nunca!

Antes Tarde do Que Nunca!

Olá! Sou Martha Santos, estudante de Pedagogia pela Faculdade Joaquim Nabuco (Paulista-PE), sou Auxiliar de Coordenação do Colégio Ethos e venho aqui dar minha contribuição a este Projeto.

Participei do Arduino Day 2015 em Caruaru-PE no Colégio Diocesano, junto com alguns educadores e egressos do Centro Marista .

Enquanto Marcos Egito e Michel estavam dando a oficina eu e Ananias, ficamos no pátio do colégio, expondo alguns artefatos robóticos dentre eles o Jabuti. Crianças e adultos à medida que brincavam com alguns artefatos iam conhecendo e entendendo o trabalho ali exposto.

Pude observar nesses momentos a facilidade com que as crianças controlavam os movimentos do Jabuti e em outros reparei que elas queriam digitar palavras as quais não diziam ou poderiam dizer ao(s) colega(s), mas o Jabuti sim, graças ao seu sintetizador de voz. Como se não fossem elas que estivessem dizendo. Em alguns momentos tiver até que fazer algumas intervenções, do contrário até palavrões sairiam. O que me fez refletir a importância de um mediador nas atividades com o Jabuti. Também fui questionada se dava para colocar dois Jabutis para brigar. Vale salientar que existem alguns autores que discorrem sobre o comportamento das crianças quando brincam, Kishimoto (2003) diz que brincando as crianças expressam seus desejos. Acredito que certos comportamentos são estimulados. Estímulos que não só dos amigos mas, de familiares, mídia e contato com jogos eletrônicos, enfim o meio. Porém, para tal afirmação seria necessário conhecer a realidade deles.

Sei que a experiência foi gratificante e com gostinho de quero mais!

Até o próximo post!

Projeto Jabuti Edu

Na última segunda-feira, 30/3, o CMID recebeu a visita do professor Eloir José Rockenbach, que  teve uma conversa com os educandos das turmas de robótica livre sobre tecnologias possibilidades e desafios, na oportunidade apresentou ás tecnologias que estão em desenvolvimento como o Projeto Champ e a Jabuti Edu https://jabutiedu.org/.
O Projeto Jabuti Edu que encantou todos e deixou a vontade de conhecer mais sobre o mesmo, terá aplicação no Cmid😀.

unnamed Professor Eloir José Rockenbach, em uma conversa com os educandos das turmas de robótica livre.

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Olá pessoal!

Hoje é 1 de abril, dia que muitos consideram dia da mentira!

E até parece mentira quem em maio de 2014 este blog estava sendo aberto, e 3 meses depois já tínhamos tido  98 acessos e  219 visualizações, uma média de 2,23 visualizações por visitantes, nosso trabalho ainda era acanhado, tantos eram nossos sonhos e desejos, e logo se passaram 7 meses que o blog tinha sido criado, e chegamos ao final de 2014 com 12 publicações, 868 acessos e 2.209 visualizações algo em torno de 5,54 visualizações por acesso.

No final  de fevereiro, início de março voltamos a trabalhar quase que diariamente no blog, e hoje já estamos 2.792 visualizações, 951 acessos, estamos tendo acesso de mais de 15 países.mapa

Nosso conteúdo esta circulando aqui no blog, no facebook, iniciamos no google+ e logo mais twitter e outras redes …

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jabutiedu arroba gmail.com.

OBRIGADO!!!